Jorge Guedes Psicanalista – ITR – 19.066
Alinhado às ODS da ONU – Pacto Global – Projeto 2030
Para compreendermos a remissão de quadros psicóticos e transtornos mentais severos, necessitamos enfrentar uma verdade que a medicina convencional costuma negligenciar: o perispírito, como corpo intermediário, funciona como um filtro de ar que, ao longo do tempo, acumula as fuligens das nossas próprias criações mentais e a absorção das influências externas.
Se esse filtro não for limpo e se o resíduo de ódio, culpa ou mágoa não forem transformados, o cérebro físico continuará a receber informações deformadas, que decorrerão em surtos, alucinações e estados de alienação.
A transmutação energética é o processo de transformar a qualidade dessas vibrações densas em frequências sutis, permitindo que a ponte entre o perispírito e o corpo físico volte a produzir e distribuir energia lúcida.
Quando o indivíduo guarda ressentimentos profundos ou quando o DNA espiritual está carregado de memórias de conflitos não resolvidos, cria-se uma massa de energia de baixa frequência, que chamamos de miasma.
Esse miasma atua como uma barreira (decomposição) que impede a sintonização rítmica com as esferas de equilíbrio; pior ainda, essa densidade atrai por magnetismo outras correntes mentais semelhantes, vindas de esferas negativas, que passam a bombardear os centros de força da cabeça, desorganizando as funções neuronais do sistema límbico e do córtex.
Atenção:
A função do perdão na cura mental é estritamente técnico e bioenergético antes de ser moral.
Perdoar não significa aprovar o erro alheio ou o próprio, mas sim liberar a carga vibracional que escraviza o indivíduo a frequências de dor.
Exemplo:
Quando odiamos ou nos culpamos, mantemos um fluxo constante de energia densa alimentando o transtorno ou os indutores espirituais.
O auto perdão e o perdão ao indivíduo que nos feriu funciona como um solvente químico no perispírito, ele desintegra a estrutura molecular da carga viral espiritual, abrindo vias para que a bioenergia volte a fluir.
É nesse exato momento que observamos a remissão de muitos sintomas psicóticos; ou seja: com a limpeza do filtro, o cérebro físico deixa de receber “ruído” e volta a captar a realidade presente.
Detalhe importante:
A limpeza energética não é um evento único, mas um protocolo de higiene que deve ser acompanhado pela reeducação das micro emoções.
A transmutação acontece quando substituímos a frequência da emoção e sentimento negativo.
Segundo a ótica da psicanálise quântica, ao perdoar, o observador colapsa uma nova função de onda e, em vez de observar a ferida, ele observa a cicatrização.
Esse comando enviado pelo DNA espiritual limpa o perispírito e comunica às células-tronco que o ambiente biológico está seguro para a regeneração, e os neurônios, que antes estavam sendo fustigados por estática espiritual, podem finalmente trabalhar em equilíbrio.
Em casos de transtornos graves de personalidade, o bloqueio do perispírito é tão denso que o indivíduo se torna incapaz de sentir remorso ou de entender o que é perdão.
A limpeza, nesses casos, requer um magnetismo humano e externo forte o suficiente para rasgar a crosta negativa; as terapias vibracionais e regenerativas atuam de forma cirúrgica, injetando frequências de alta intensidade que provocam o desprendimento dessas massas energéticas acumuladas por tempo desconhecido do indivíduo acometido.
À medida que o perispírito se torna menos opaco, o espírito eclipsado começa a perceber vislumbres de sua própria consciência, abrindo caminhos para que a remissão dos sintomas comece de dentro para fora.
Obs.:
Entender a transmutação energética como mecanismo de cura retira o indivíduo da condição de vítima passiva, ele começa a entender que seu ecossistema emocional é de sua inteira responsabilidade; entende que se deixar o perispírito contaminado e intensificar com pensamentos de vingança, intenção de autoextermínio, nenhum tratamento biológico trará a cura ou alívio desejado.
O equilíbrio mental é o resultado de um perispírito limpo, onde a energia circula sem amarras ou bloqueios de ordens morais feridas; a paz mental nada mais é do que o silêncio vibracional de um campo quântico que aprendeu a transformar a sombra em luz, permitindo que a consciência habite o corpo físico com soberania e harmonia integral.