Jorge Guedes Psicanalista – ITR – 19.066
Alinhado às ODS da ONU – Pacto Global – Projeto 2030
Nenhum indivíduo é uma ilha vibracional isolada. Embora tenhamos discutido extensivamente as origens internas e as bagagens do DNA espiritual, é imperativo compreender que a nossa mente e as nossas células estão submersas em um vasto e profundo oceano de influências externas que chamamos de ecossistema emocional.
Este meio ambiente invisível, composto pelas emanações mentais, palavras e intenções dos indivíduos com quem convivemos, atuam como um campo de força que tanto pode nutrir quanto intoxicar a saúde vibracional das nossas células e a estabilidade da nossa mente.
A física quântica nos ensina sobre o fenômeno do emaranhamento; ou seja:
Uma vez que os sistemas interagem, eles permanecem conectados de tal forma que o estado de um altera o estado do outro, independentemente da distância.
No cotidiano, essa conexão acontece através da sintonização rítmica entre campos perispirituais.
Quando ingressamos em um ambiente familiar onde impera o conflito silencioso (inveja), a mágoa ou a agressividade velada, o nosso campo energético começa a vibrar em simpatia com essas frequências.
Se não detemos uma autoridade vibracional bem estabelecida, a nossa própria bioenergia passa a mimetizar a desordem do meio, enviando sinais de alerta para os nossos neurônios e bloqueiam a atividade regenerativa das nossas células-tronco.
Essa influência do meio ambiente sobre o campo energético individual é um dos pilares da epigenética vibracional.
Um ambiente profissional pautado pelo medo e pela competição desleal gera um ecossistema emocional saturado de frequências de alerta, produzindo toda ordem de sintomas, o indivíduo inserido nesse meio, vive sob pressão, ameaça e as micro emoções tornam-se dispersas, produzindo uma inflamação sistêmica do sistema nervoso central, onde os neuroquímicos estressores começam a interromper sinapses e a inibir a neuroplasticidade, gerando o terreno perfeito para o esgotamento mental e a depressão.
A família, por ser o núcleo de maior emaranhamento quântico, exerce o impacto mais profundo.
Muitas vezes, o que diagnosticamos como um transtorno individual é, na verdade, o sintoma de um ecossistema familiar doente, ou seja:
Existe uma memória de campo na genealogia que mantém programas mentais nocivos em execução.
Exemplo:
Se o meio é repressor ou emocionalmente ausente, o DNA espiritual da criança, ainda em fase de acoplamento biológico, recebe a mensagem de que o mundo é um lugar de carência ou perigo, esse código ambiental molda a estrutura do cérebro, definindo quais vias deverão ser trilhadas ao longo da vida.
Para manter a saúde mental diante de ecossistemas externos tóxicos, é necessário desenvolver a capacidade de isolamento vibracional qualitativo, isso não significa isolar-se fisicamente de tudo e de todos, mas sim, fortalecer o magnetismo pessoal para que o campo perispiritual atue como poderoso filtro seletivo.