Por trás do prazer de colecionar figurinhas
Na escola, na rua, do lado da banca de jornal ou até no estádio do Pacaembu (agora “Mercado Livre Arena Pacaembu”), em época de Copa do Mundo metade da minha vida se tornava a seleção brasileira e a outra metade o meu álbum de figurinhas. A sensação de abrir um pacotinho e encontrar um tesouro, ou conquistar o jogador que você mais queria “batendo bafo” com seus amigos, representa um pouco do porquê de muitas pessoas nas últimas gerações brasileiras terem compartilhado essas memórias.