- Sentada tradicional: com auxílio de almofadas para suporte;
- Deitada: ideal para momentos de descanso e pós-parto;
- Invertida: indicada para variação na pega e alívio de fissuras mamilares.
Alimentação materna durante a amamentação
Durante a amamentação, o gasto energético da mulher aumenta significativamente. A nutricionista Clariana Colaço explica que esse é um período em que o corpo precisa ser constantemente nutrido, sem cair em dietas restritivas. “A mulher que amamenta deve ter uma alimentação variada, rica em frutas, vegetais, proteínas magras e gorduras boas. Também é fundamental beber bastante água para garantir uma boa produção de leite”, orienta.
Sucos naturais e chás sem cafeína também ajudam na produção de leite. Além disso, inclua na rotina alimentos que favorecem a amamentação, como aveia, sementes (linhaça, chia), castanhas, vegetais verde-escuros (espinafre, couve) e frutas ricas em água (melancia, laranja).
A profissional reforça que a alimentação equilibrada não é só uma questão de quantidade, mas de qualidade. “ O que a mãe consome influencia o sabor do leite, o humor, a disposição e até a imunidade. Cuidar da alimentação é cuidar de si mesma e do bebê ao mesmo tempo”, ressalta.
Amamentar é também um gesto emocional
Para além da fisiologia, da nutrição e da postura, amamentar envolve entrega emocional, e isso merece ser reconhecido. Para o psicanalista Jorge Guedes, a amamentação não é apenas um ato biológico, mas um momento simbólico profundo de vínculo, confiança e construção da identidade materna e da segurança do bebê .
“Quando uma mãe oferece o peito, ela oferece mais do que alimento. Ela oferece presença, acolhimento e afeto. É um gesto que fala de amor antes mesmo das palavras existirem. Amamentar é um encontro entre dois corpos que se reconhecem e se pertencem. É ali que o bebê começa a entender o mundo, e a mãe também se redescobre”.


